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Qualé?

Dúvida: Gilmar Mendes é marqueteiro ou ministro do STF? Resposta: Advogado Geral da União nomeado pelo presidente da República.

Decisões equivocadas recentes, retrospectiva 2009:

- derrubou a obrigatoriedade do diploma para ser jornalista

- Autorizou Sean Goldman ,9 anos, a ficar com o pai biológico que Não tinha convívio com o menino porque se transformou num problema diplomático quando a chifruda Hillary entrou na história. A criança não foi ouvida com quem quer ficar.

- Autorizou a soltura do suposto estuprador o médico-monstro Roger Abdelmassih alegando “sem a demonstração de fatos concretos”, resultou em “mero intento de antecipação de pena”.

Indignação. Presentes equivocados de Natal.

Fui sozinha nesse show. O som se encarregou de ser minha companhia. Bethania tem a capacidade infinita de me emocionar pela singela maneira de cantar e encantar. A musica dela sempre me mostra que a vida vale `a pena.

Cálice

Sábio é o Chico Buarque que não é seduzido pelo holofote da mídia e se recusa a dizer tudo o que pensa sobre política, religião, tempestade etc. Caetano: mire-se no exemplo de Chico.

O nome das coisas…

Começou com uma demonstração de vaidade e pronto. Fui mostrar meu esmalte pra uma editora e a reação feminina foi imediata: qual é a cor? Luxúria, era o nome daquele esmalte entre o vermelho escuro e o vinho. Daí veio o contra-ataque -ótema sacada de Márcia: “Já reparou no nome das cores dos esmaltes? Nude, escarlate, capuccino, chocolate etc.” Nos ativemos aos nomes mais perniciosos relacionados às nuances dos vermelhos, vide Luxúria.  Márcia avança na análise : “Já que querem atribuir um nome para a intenção da mulher que escolheu aquela cor mais insinuante que seja então chupa o meu (piiii)  entre outras baixarias que nem o piii suavizaria o nível que a conversa desceu. É verdade. Já que os nomes já chegaram até a Luxúria, então porque não serem mais diretos possíveis?!!!!

Já tinha -quase – esquecido essa conversa quando me deparo com os nomes das tintas de parede. Sim. Elas não são mais azul, azul-marinho, azul claro, azul esmeralda … são quase poesia! Tímido Florescer, Campo de Alfazema, Vista do Lago e até Névoa de Outono.

Será que se eu chegar na loja e pedir uma tinta azul calcinha, o balconista entende e eu pago uma de “tô por dentro”?

Marley

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A história de Marley poderia ser a história de Marco Antonio, Maria Clara ou Julieta. O que nossos bichos tentam nos mostrar- e que parecem travessuras- é o quanto perdemos tempo com seriedade, compromissos, cansaço e desânimo com os afazeres do dia-a-dia. Nossos bichinhos tentam através das travessuras que brincar, sorrir, ter companhia é fundamental para ser feliz.

Vazio

Os pensamentos latejam a alma.

Fazem eco dentro da gente.

Mas tem uma hora que se faz silêncio e o mar fica tranquilo.

Do vazio à serenidade.

Os erros alheios ferem, mas também cicatrizam. Nem deixam mais vestígio.

Sinto-me livre, feliz e leve pra continuar caminhando. Sem a menor vontade de olhar pra trás nem de estender as mãos.

Um grande erro tem apenas uma autoria, mas desvenda todos os outros problemas.  Deveria ser lei mundial, ou consenso universal, que perdão não é suficiente para continuar de onde parou. A norma seria simples e de fácil execução: reconquistar.

Um tempo

A raiva tem lá suas vantagens. Faz tudo da gente explodir e transbordar até o ouvido alheio. Ouvir é melhor do que o silêncio. Não dá para ter um relacionamento se concorda ou silencia a tudo. Feito teatro, fica parecendo monólogo. Não sei se foi um tampar de ouvidos ou se a voz nem saiu. Primeiro, o transbordo. Quando vem a calmaria? Reagir pode ser arrebatador tanto pra um quanto para outro.

Brisa

Suspensa no ar.
O pensamento extravasa o corpo.
Dor
Vazio
Monólogo num roteiro interrompido.

O que fazer com tudo que fica dentro da gente?

Um estudo publicado pelo “The New England Journal of Medicine” e pelo jornal inglês “The Independent” aponta que a pandemia de gripe suína pode ter resultado de um “acidente” de pesquisa em algum laboratório no final dos anos 1970.

Pesquisadores acreditam que o vírus, extinto entre os humanos, foi reintroduzido acidentalmente por cientistas e causou a pandemia em 1977, iniciada na Rússia e na China.

Shanta Zimmer e Donald Burke, da Universidade de Pittsburgh (EUA), disseram que a gripe suína desapareceu entre os humanos depois que houve uma pandemia de outra linhagem do vírus em 1957. Depois, o H1N1 não foi detectado até janeiro de 1976, quando ocorreu um novo surto.

O alarme desse surto levou cientistas de todo o mundo a voltar a estudar o vírus, com amostras congeladas e armazenadas desde os anos 1950.

“Eu imagino que a maioria dos laboratórios possuía a linhagem dos anos 1950. Mas não podemos dizer qual deles deixou que ele acidentalmente escapasse”, disse Zimmer.
Depois da pandemia de 1977, a gripe suína reapareceu anualmente, mas só agora acabou se tornando nova pandemia.

Casos no Brasil

O Ministério da Saúde corrigiu ontem o número de casos. Segundo a pasta, o vírus atingiu 625 pessoas, e não 627, como divulgado anteontem. Ontem, não houve nenhum novo caso.
No domingo, o ministério acrescentou o Reino Unido à lista de países que devem ser evitados por crianças, idosos ou pessoas com saúde debilitada.

No Rio Grande do Sul, a Prefeitura de Itaqui (na fronteira com a Argentina) decretou emergência após o surgimento de três casos suspeitos em uma família. A cidade, com 36 mil habitantes, é a segunda do Estado a decretar emergência -a primeira foi São Gabriel. As aulas em Itaqui estão suspensas.

A decisão foi criticada pelo ministro José Gomes Temporão (Saúde). “Isso cria pânico”, disse à Rádio Gaúcha.

Na Dinamarca, o governo confirmou ontem o registro do primeiro caso de gripe suína resistente ao antiviral Tamiflu (princípio ativo oseltamivir). O paciente foi tratado com outro antiviral (do princípio ativo zanamivir) e se recuperou.

O Tamiflu é considerado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) um tratamento eficaz contra a forma atual da gripe.

Segundo o infectologista Celso Granato, com o uso disseminado do remédio, era esperado que surgisse algum caso de resistência. “Com muita gente tomando o medicamento, ele se torna mais resistente.”

Fontes: Agência Folha e da Folha de S.Paulo, em Brasília
30/06/2009

Rhea comment: A culpa era do porco(gripe suína), a culpa era da galinha (gripe aviária), a culpa era do homem (porque não tem o hábito de lavar as mãos). Eu sempre soube que a culpa é do laboratório. Não do cientista que estuda meios de controlar doenças estudando a composição do vírus e desenvolvendo medicamentos, mas da indústria farmacêutica que financia a pesquisa e tal qual mantém laboratórios de pesquisa. Será que realmente há um interesse em se controlar doenças? A letalidade(índice de morte) da gripe suína reduziu para 0,4%, nada comparado com o risco da gripe aviária que passava de 50%. Mas confira o percentual de letalidade da gripe suína revertido em números reais. No mundo já foram confirmados mais de 71 mil casos em 114 países e registra 324 mortes.

Se quiser acompanhar diretamente o assunto da gripe suína, o site da Organização Mundial da Saúde(OMS) explica e contabiliza os casos no mundo. Segue o link

http://www.who.int/csr/disease/swineflu/es/index.html

No Brasil, dá para acompanhar no site do Ministério da Saúde

http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1534

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